Pensamento

“Em vez de procurarem alguma coisa para ajudar aqueles que sofrem,
certos “espiritualistas” limitam-se a dizer: «Oh, é o destino deles, é o seu carma.» 
Se é para darem a si próprios boas razões para serem egoístas, era preferível que nunca
tivessem ouvido falar do carma!
Evidentemente, é preferível que todos conheçam as leis do destino, que compreendam por que é que lhes acontecem certas desgraças, a eles e aos outros. Mas, quando veem pessoas a passarem por provações, eles devem fazer o que podem para as ajudar. 
Alguém dirá: «Mas por que havemos de tentar ajudá-los se aquilo por que estão a passar estava inscrito no seu destino?» 
Em primeiro lugar, porque os esforços que se faz para ajudar os seres nunca são inúteis: em certas circunstâncias, ao ver a vossa compaixão, a vossa boa vontade, as entidades
celestes podem deixar-se condoer e aliviar os seus sofrimentos. E também é bom para vós, pois, ao ajudar os outros, desenvolveis novas qualidades. Não é fácil ser realmente útil aos outros, é verdade; mas não importa, quaisquer que sejam as circunstâncias, deve-se tentar ajudá-los. Se não o conseguirdes, pelo menos vós tornar-vos-eis mais inteligentes, mais fortes, mais livres. “
Omraam Mikhaël Aïvanhov
@ Mil beijos

As quatro estações

“As quatro estações estão sob a influência de quatro arcanjos:
Rafael preside à primavera, 
Uriel ao Verão, 
Miguel ao Outono e
Gabriel ao Inverno. 
Quando se aproxima o equinócio da primavera, todos os espíritos e forças da natureza trabalham sob a condução de Rafael para reanimar a vida por toda a parte. 
Esta renovação na natureza é para os humanos sinónimo de regeneração e, portanto, também de cura. Na Árvore da Vida, Rafael é o arcanjo da séfira Hod, região a que os cabalistas associaram o planeta Mercúrio. 
Ora, o Deus Mercúrio (Hermes na mitologia grega) tem como atributo o caduceu, 
que ainda hoje é o símbolo dos médicos. 
E o nome Rafael significa “Deus curou”.
Para os cristãos, a Páscoa é a grande festa da primavera: toda a natureza celebra a ressurreição do Cristo, que é também a ressurreição de todas as criaturas. 
Por isso, quando chega a Primavera, cada um tem um trabalho a fazer, é o momento de se
desembaraçar de tudo o que, no seu interior, está velho e caduco. 
Então, dirigi-vos ao arcanjo Rafael, pedi-lhe que vos torne recetivos às virtudes ocultas nas árvores, nas flores, nas ervas, para entrardes em comunhão com essa grande corrente
que vem do coração do universo e traz a nova vida.”
Omraam Mikhaël Aïvanhov 
@ Um Dia Feliz

O DENTRO E O FORA

 Só há duas maneiras de viver.  Conectado ou desconectado!!
Conectado, em ligação profunda com quem se é, com o que se veio aqui fazer, com as mais diversas maneiras de se exteriorizar o Ser. 
Porque para se exteriorizar o Ser, antes tem de se Ser. 
E para Ser, tem que se interiorizar tudo.

O que se sente, o que dói, o que nos faz felizes e infelizes, onde está a nossa liberdade e consciência, o que nos maltrata, o que nos faz mal, e também o que nos faz bem e o que nos eleva. 
Como vês, tudo se passa dentro. Tudo o que fazes é uma consequência do teu estado interior.

Se o que fazes não dá certo, se as tuas acções não resultam, é porque não reflectem o teu mundo interior. No mínimo reflectem um mundo interior evasivo, desconcertante e desconexo. 
Por isso as acções não dão certo – são materializações da nossa inconsistência.

Neste caso, o que terás de fazer é olhar para dentro e ver do que estás a fugir. Encarar esses demónios, deixar doer o que tiver de doer, e depois de tudo limpo, aceder à tua alma, à tua essência. Só aí, então, agir. 
As acções promovidas pela alma são sempre e sem excepção correctas, iluminadas e gratificantes. Essa é a única via da evolução.

Há outra maneira de viver: a desconectada. A pessoa não sabe quem é, foge do que sente, refugia-se em bens materiais para enganar a dor. E o resultado é a perda, a dor, a frustração e a doença. 
A escolha é sempre vossa.

Jesus
” Livro da Luz”

@Mil beijos